sexta-feira, 30 de julho de 2010

quinta-feira, 29 de julho de 2010

TEORIA CÓSMICA DA GRACELONGÊNESE.

Teoria da origem e do crescimento do universo pelo processo de gracelons.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2- Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.







Teoria cósmica da gracelongênese.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2- Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.


Assim, a teoria da gracelongênese explica o processo de achatamento e dasachatamento do cosmo.


A recessão [afastamento] e o decréscimo da recessão do cosmo.

Explica as fases em que passam as galáxias, astros, radiação, energia, faixa graceli, matéria e elementos químicos.


Teoria da fluxonalidade de achatamento e desachatamento do cosmo, galáxias, sistemas estelares, e planetários e de satélites.

Ou seja, o cosmo não é fixo.

Universo pré-maturo – de espaço denso e gases.

Universo chato [ plano – pelo efeito magnético da faixa graceli] jovem.

Universo redondo – meia idade – em recessão [ afastamento].

Universo velho – redondo astros sem alinhamento, com pouca dinâmica e sem luz [ ai será encontrada o restante da matéria escura que está faltando no universo, e que se comprova através da pesquisa.


A energia produz o magnetismo. E dentro dos astros e nas galáxias há um anel de densidade maior do que nas extremidades em relação aos pólos.


Teoria da causalidade primária da origem do universo.


Elemento primordial e primário – é o espaço denso.
Processamento – forma causal é o processamento chamado gracelon.

Fornalha – gracelon - onde os elementos passam por um estágio de processamento para se tornar em matéria e energia.


Energia e matéria produzidas pelo elemento primário que é o espaço denso e através do gracelon que é o processamento de espaço denso em matéria.


Assim, se tem a gênese continuada pelo processamento de gracelon.


O formatamento e desformatamento [ achatamento e desachatamento ocorre pelo magnetismo da faixa graceli e gracelons.


Por este caminho fica inviável a conservação de energia – pois ela se desintegra e nasce num processo continuado [ que intitulei processo gracelon].


Neste sistema de universo não inicio nem fim, so um sistema continuado de origem de matéria pelos gracelons, e desintegração de matéria pelo processamento de energia.


Não há um universo com formatos definidos, eles variam conforme o estagio em que se encontram, uns sendo em formato de disco, outros sem formato.

Porem, o espaço não é curvo é sem forma definida.

E o tempo não varia, pois o tempo não existe como coisa em si. Este universo não acontece num espaço e tempo,

Mas sim, acontece num processamento de gracelons, num espaço sem referenciais, e num estágio cosmológico de cada universo.



Explicações possíveis pela teoria da gracelongênese.

Explica a recessão [afastamento cósmico]. Que ocorre pela perca da impulsão inicial da radiação pelo sistema primário que produziu a galáxia, estrela ou planeta.
Pela desintegração de energia dos próprios sistemas, galáxias, astros.


Fundamenta o acompanhamento e desacompanhamento cósmico.

O achatamento em disco e o desachatamento com o afastamento.

O seguimento do sentido da rotação do primário.

A esferificação dos astros.

O paradóxido de Olbers [ por que há luz onde deviria haver escuridão.

A abundância dos elementos leves na natureza e no espaço. [Pois um universo infinitamente velho, os elementos em sua maioria deveriam ser pesados]. Pois isto ocorre por causa do processo continuado e alimentado constantemente. E que elementos pesados podem produzir elementos leves – ver teoria da energeticidade e energeticuns [na internet [teorias graceliana]].

As irregularidades das órbitas.

O que se encontra na ação primeira não pé a gravidade, mas o espaço denso que passa pelo processamento dos gracelons, para se tornar matéria, energia, magnetismo, faixa graceli e os gracelons [1] [2] [3] [4].



Teoria astronômica e física da variabilidade de graceli.


Fundamenta-se em relação ao próprio fenômeno e não em relação à referenciais.

O balanço astronômico, os fluxos e suas variações, as mudanças das elipses e inclinações, variações para movimentos retrógrados, e outros fenômenos.


Universo de mudança eterna.

Assim, o universo é uma constante e infinita produção, desintegração, estruturação. Sempre iniciando e reiniciando. Enquanto ele se desintegra num ponto do espaço, ele se reinicia em outros pontos do espaço.

Logo, isto rompe com a conservação de energia.

A teoria cósmica da gracelongênese não se fundamenta na gravidade, espaço curvo, tempo variável, grande explosão. Mas sim, em espaço denso, energia e gracelons.

Com um universo de processo de achatamento e desachatamento, alinhamento e desalinhamento, elipsidade e deselipsidade.

Por isto que é estruturante e segue fluxos de avanços e voltas.

Com isto os gracelons como agentes e formas de processos são o agente principal do desenvolvimento e processamento do cosmo.

Com isto estamos num universo muito velho, em trilhões de anos do que imaginamos hoje.

Junto com a variabilidade há também a fluxonalidade [ver [na internet] teoria do universo fluxonário estruturante, e os fluxos em que passa os cometas quando entram na faixa graceli].

Teoria da elipsidade, da inclinacidade e da retrogracidade.

Ou seja, o universo e o movimento do cosmo é uma mudança constante, e as inclinações, as elipses, e os movimentos retrógrados estão sempre em mudanças. Aumentando e diminuindo, indo e retornando, seguindo fluxos e avanços progressivos.

Com isto, como existe nos sistemas planetários, satélicos, estelares também ocorre nos sistemas galácticos e cósmicos.

Com universos que passam por fases e formas, como também por estágios químicos e de processamentos de energia.


Sobre o formato do cosmo.

O universo não é achatado, mas a disposição em que passa uma fase dos astros que o compõe forma um sistema na forma de disco. E que ao ficar velho vão ser dispersos, formando um sistema arredondado.


Um universo de gases é jovem.
Um universo chato é de idade mediana.
Um universo com galáxias espalhadas e movimento lento é infinitamente velho.

Assim, não é o espaço que é chato ou que expande, e isto não ocorre pela gravidade ou grandes explosões, mas sim pela energia e faixa graceli e gracelons que produz o deslocamento da matéria e o formato em que os sistemas passam.

Assim, o espaço não tem forma, não é chato e nem curvo.

Assim, o universo que defendo e fundamento em minhas teorias é o universo de energia, materialidade e mudanças constante, renovações e desintegrações. E não conservações de energia.

O espaço não tem fim [ limite]. E a matéria termina e outras surgem do espaço denso que passa pelos processos dos gracelons.

O tempo não existe como coisa em si.


Por este caminho graceliano se encontra se encontra as origens, causas, feitos, unidades, homogeneidade, previsibilidade, e um a relação, universalidade e unidade.

E também a forma das galáxias, o acompanhamento, e a distribuição e abundância dos elementos leves em todo o cosmo. Ou seja, um universo infinitamente velho consegue ter a grande quantidade de elementos leves. Ver teoria dos energeticuns na internet.

Por que há a mesma radiação cósmica em todas as partes do universo.

E a fundamentação da matéria escura ainda não encontrada. Pois um universo muito velho não produzirá temperatura e luz. Mas poderá ser detectado por sistemas de radiação cósmica.


Gracelongênese.

1-Processo continuado.
2=Processo continuado e alimentado constantemente por espaço denso.
3-É o processamento que ocorre no centro das galáxias e aglomerados.



Os agentes e os limites do universo são determinados pelos gracelons, energia, e matéria. E não por um falso espaço curvo e pelo tempo [um tempo que não existe como coisa em si].


Teoria cósmica da alimentação.

Na teoria cósmica de processos continuados, em que os gracelons [fornalha cósmica na produção da matéria, energia e elementos, e que processam o espaço denso para produzir matéria, energia e elementos químicos].

Este processo recebe continuadamente fases adiantadas de processamento de espaço denso. E com este material em adiantado estagio físico e químico alimenta os gracelons [ processamento e núcleo de galáxias e aglomerados].

Ou seja, no cosmo há um processo de alimentação continuada, e um processo continuado de produção de matéria, energia, elementos e astros.

Por isto que há um crescimento na quantidade dos astros, elementos e galáxias no espaço.

E que passa por dois processos –

O primário que é pelos gracelons como foi visto acima.

O secundário – que é pelo processo de desintegração e reintegração [ver teoria do universo fluxonário estruturante – na internet].


Assim, há um processo de alimentação continuada para haver o crescimento de matéria, energia e astros do cosmo.

Este processo de alimentação e continuação também ocorre no sistema atômico, onde há a alimentação de energia e ínfimas partículas e fótons de radiação para que o sistema atômico na produção dos elementos tenha um processo de continuidade, para que haja transformação de elementos leves em pesados e pesados em leves.

Ou seja, se em todo processo há perca de energia e matéria, logo para que o processo se mantenha e não diminua tem que haver um processo de alimentação continuado.


E isto possibilita que num universo infinitamente velho tenha mais elementos leves do que pesados.

Observação. Numa teoria de estágio cósmico estamos num universo jovem, mesmo já sendo muito velho.

Pois, nos quatro estágios de universo somos jovens.

1-Pois, há os primários e iniciais – só de gases.

2-Os jovens – gases leves em abundancia, pesados, galáxias e astros esferificados, em forma de disco para dispersos. Poucos movimentos retrógrados.

3-Os medianos e maduros – dispersos e com pouca energia e luz no cosmo. Muitos movimentos retrógrados. Lentos. Elementos leves e pesados.

4-Os finais – muito lentos, dispersos, movimentos retrógrados, sem forma, sem luz, calor, temperatura muito baixa, estágio final de desintegração. Elementos pesados em abundância.

Assim, mesmo estando num universo muito velho [trilhões de anos mais do que imaginamos hoje, este universo que estamos ainda é jovem].

Continuando –

Os próprios gracelons são alimentados para processar novas matérias para suprir o cosmo de novos elementos, energia, luz, temperatura, radiação, galáxias, estrelas, e gracelons, dinâmicas, formas e cores.



Conclusão. Cosmofísica de gracelons.

ORIGEM DE UNIVERSO CONTINUADO.

Ele se reabastece e se renova o todo o momento. Pois, o material que ele expele para formar as galáxias e esferas são renováveis, ele adquire do espaço denso, que vai se transformar em energia e matéria. Pois, o sistema de gracelons [ fornalha e processamento] no núcleo das galáxias transforma espaço denso em energia e energia em matéria.

Como é visto aqui há três estágios básicos e fundamentais da natureza.

O primeiro e primário que é o espaço denso.
O segundo a energia.
E o terceiro a matéria, que é um estado menos energético e mais sólido da energia e espaço denso.

Espaço denso = energia = matéria.



Assim, há vários universos e todos em estágios diferentes.


E cada universo tem uma continuação no seu processo de origem, que ocorre pelo sistema de gracelons [ transformação de espaço denso em energia, e de energia em matéria, astros e galáxias].

E seguem um fluxo estruturante [ de primários para secundários – ver teoria do universo fluxonário].



TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [ sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.


Cosmofísica três.

Nascimento continuado, alimentação continuada, desintegração e reintegração continuada [ fluxos]..



Assim, os gracelons que formam o cento dos aglomerados produzem constantemente galáxias e estrelas, e mais próximo dos gracelons ocorre uma maior velocidade de recessão [ afastamento do primário], mas também é pequeno se comparado com a velocidade de translação e de rotação.


Como o sistema solar ou planetário, o secundário tem uma grande velocidade de translação que consegue percorrer milhões de quilômetros por ano, enquanto que a velocidade de recessão apenas alguns metros [ ou centímetros] por ano.

Isto parece pouco, mas é o que determina o distanciamento progressivo entre os astros e galáxias.

E isto também ocorre com as galáxias.



TEORIA DO NASCIMENTO, MORTE E FLUXO CONTINUADO POR GRACELONS.


O núcleo dos aglomerados em seu estagio primário absorve espaço denso e o transformam em energia, e depois em matéria, elementos, radiação, galáxias e astros.


Ou seja, os gracelons das galáxias e aglomerados absorvem constantemente espaço denso que se transforma em energia, plasma e matéria mais densificada e com forma variada e indefinida.


Conclusão dois.

Há três tipos [categorias] de gracelons.

Primário – o de aglomerados e galáxias – em plasma e com grandes variações de formas, onde a matéria é processada e originada.

Secundário – é o próprio sistema de processamento que transforma espaço denso em energia, [plasma] e matéria.

Terciário – [faixa graceli] sistema de energia no espaço com alcance e intensidade decrescente e proporcional a energia produzida pelo astro ou sistemas de astros. E que produz o achatamento, seguimento de sentido de movimento, elipsidade, e acompanhamento do astro e sistema de astros no espaço afora. E produz a órbita do astro quando dentro da faixa graceli.

Sendo que o que produz o achatamento da órbita e formato é o magnetismo do primário.

E o que produz seguimento do sentido da translação do secundário é o sentido da rotação do primário. [A translação do secundário é um prolongamento da rotação do primário].

E o que produz o afastamento [movimento de recessão] é a impulsão da radiação do primário.

A elipse também depende dos fenômenos e energia da faixa graceli.

O acompanhamento espaço afora é que a faixa graceli forma um sistema de energia, e que faz com que os secundários enquanto dentro da faixa graceli, ou ainda sob a ação que lhe foi imposta passam a agir sobre os secundários. Por isto que há o acompanhamento.

Mas ao sair da faixa graceli e da influência da faixa o astro passa a desenvolver a sua própria órbita. Ficando mais lento progressivamente conforme desintegra a sua energia, passa a aumentar a sua inclinação e elipse, e a desenvolver um movimento retrógrado em relação a outros astros [isto se confirma nos exosplanetas].



ASSIM,

1-Para um universo de origem constante continuada, este universo não teve origem no tempo e na matéria. Ou seja, ele é infinito e sem limites.

2-Para um cosmo de vários universos em fases e estágios, este universo não tem origem no tempo e nem no espaço.

3-Para um universo de origem fluxonária e estruturante, este universo não tem origem no tempo, no espaço, na matéria. E sim no processamento e nos fluxos que ocorre a partir do espaço denso, e que produz a estruturação, formatamento e desformatamento do universo.

ASSIM, TEMOS COSMO DE ORIGEM CONSTANTE E CONTINUADA.

EM VÁRIOS ESTÁGIOS E FASES.

E QUE SEGUEM FLUXOS ESTRUTURANTES [DE DESINTEGRAÇÃO E REINTEGRAÇÃO, FORMATAMENTO E DESFORMATAMENTO].


Assim, pode-se encontrar universos em vários estágios e fases.

1-Iniciais – em forma de gases.

2-Jovens – em esferas, gases e em formato orbital em discos. Formato de sistemas onde uns acompanham os outros. Onde estamos.

3-Maduros – esferas sem luz e temperatura, dispersos, lentos.

4 Fase final – muito lentos, quase parados, dispersos e sem formato de órbitas. Sem luz e temperatura. Isto responde pela matéria escura tanto procura.


Com isto.
1-Com isto temos um cosmo de vários universos.

2-De origem continuada e alimentada por espaço denso.
3-Fluxos estruturantes e desintegrantes.
4-Universo de processamento e transformação da energia, da matéria, de elementos, astros e galáxias.

5-E a base não é o espaço e nem o tempo, mas os gracelons, energia e o processamento.

Estes cinco pilares formam a base do cosmo.


Pois, segue uma origem continuada e alimentada, onde os gracelons modifica o espaço denso em energia, matéria, plasma e elementos.


Assim, os núcleos das estrelas não apagam repentinamente por estarem sendo abastecidos constantemente, produzindo um universo crescente em quantidade de energia, matéria e novos elementos.

Confirma-se que o núcleo atômico no sistema atômico de produção de energia também é abastecido por energia que vem de fora.


Assim, a física, a química, cosmologia de graceli não trabalha a dureza da matéria, ou a indeterminação quântica, mas a invariabilidade da energia e o seu processamento. Não é um universo fixo e de estruturas, mas variável e de produção de energia e crescimento cósmico com seus fluxos.

A física de graceli é a física da energeticidade, unidade, universalidade, variabilidade do próprio fenômeno.

E a química é a química que se unifica com a física. E física, química, astronomia e cosmologia tornam-se uma só coisa [unicidade graceliana].

Os gracelons, espaço denso e energia são os agentes principais.

E toda a química, física, cosmologia e astronomia se unificam por energia.
Todos os fenômenos de alguma forma são variáveis e desenvolvem fluxos.

Um átomo não é uma partícula, mas um sistema em e de produção de energia [ver teoria dos energeticuns]. Ou seja, a química é física e a física é a química.

O mesmo acontece com as partículas, a luz, astros, galáxias e o cosmo.

É um cosmo em que o determinante não é a estrutura, a forma, a massa, a pseudo curvatura do espaço, a gravidade, ma a energia que produz o astro e a sua dinâmica e órbita. O mesmo vale para os sistemas de galáxias, e o sistema atômico.


O vazio é maior do que o cheio. E o cheio é produzido pela energia.

Onde os elementos são produzidos por processamento de energia, onde elementos leves são transformados em pesados e pesados são transformados em leves [ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet].

Isto explica porque quando um elétron pula de uma camada para outra expele um fóton de luz.

Onde a energia produz o magnetismo, e o magnetismo produz os anéis dos astros, com o material da atmosfera e da radiação expelida pelo astro.

Os secundários são produzidos pelo material dos anéis, e pela ação dos gracelons e faixa graceli. Isto é provado pelos anéis e pelo achatamento equatorial dos secundários.


Assim a física de graceli não é a física de estruturas, mas de energia, não é em relação a referenciais e à observadores.

Mas sim, de processamento em que as estruturas não passam de pacotes de sistemas de produção de energia, em que a física e a química é uma só coisa.

E isto faz com que os elementos, átomos, astros, e o cosmo venham a existir.

E abre uma nova perspectiva na ciência. A estruturalidade, variabilidade, fluxonalidade, unicidade e energeticidade.
Teoria dos gracelons como faixa [camada] graceli.


Sobre os gracelons na forma de faixa graceli.
Fenômenos e sistemas de fenômenos que formam a faixa graceli [gracelons].

Não é o campo, mas o sistema de energia que forma um envoltório em torno do astro. E sua intensidade e alcance dependem da produção de energia do astro. Logo é decrescente em intensidade.

1-Espaço energético do envoltório [camada de energia, radiação e campos].

2-Campo [principalmente o magnetismo] do espaço energético.
Observação. O campo gravitacional é insignificante para a produção das dinâmicas e das órbitas, pois é muito fraco.

3-A ação do magnetismo se encontra na produção dos anéis em carrear os gases para a faixa do equador. E que servirá para produzir novos secundários.

Também tem função fundamental nas órbitas, nas dinâmicas, e no alinhamento dos sistemas de planetas, satélites e estrelas, produzindo o formato em disco. E a inclinação das órbitas. E o movimento de lateralidade e o movimento de inclinacidade. E é o que produz a eclíptica.

4-Radiação do espaço energético. Que é o que produz o movimento de afastamento dos secundários [ movimento de recessão]. E é o que determina a distancia crescente entre os astros.

5-Pressão do espaço energético, e pressão atmosférica. Ao contrário do que se pensa o espaço tem densidade. É o que produz a esfericidade dos astros. Do contrario eles seriam achatados e irregulares.


Assim, temos a

1-Energeticidade dos energeticuns na produção de energia e elementos químicos. [ ver teoria dos energeticuns na internet].

2-Energia dentro dos astros.

3-Envoltório [camada] de energia nos astros, produzida pela energia do astro [faixa graceli e gracelons].

Teoria dos gracelons.

1- Massa cósmica que se encontra no centro dos aglomerados e galáxias. Com imensa pulsação r processamento de energia. E expelição de energia e radiação. Magnetismo e pressão sobre o espaço denso. Não é esférico e muda de forma constantemente. Plasma.


2- Gracelons atmosféricos.
3- Abrange a camada [faixa] graceli de energia, radiação e campos.
4- Meio físico de pressão atmosférica. A solar vai até Marte, ou seja, tem aproximadamente 1,5 de alcance de unidade astronômica.

Assim, tem a camada dos satélites, planetários, estelar, galáctico, de aglomerados e a cósmica.


Onde ficam os fenômenos da faixa graceli.

Onde são produzidos os fenômenos de acompanhamento, seguimento do sentido da translação do secundário, alinhamento, elipsidade, formato em isco, esfericidade dos astros, anéis, dinâmicas e órbitas.



Tem alcance limitado e de intensidade e densidade decrescente.

É um meio físico de maior intensidade e densidade, ou seja, o astro não tem o seu limite até a sua extremidade, mas vai além da sua esfericidade.

Ou seja, o limite da terra vai até a sua atmosfera, e além dela.

Há também o gracelon do sistema atômico.

Ou seja, o astro se encontra num sistema, e este sistema em outro, assim até os aglomerados.

Por isto que acontece o acompanhamento do movimento e órbita dos sistemas espaço afora. Por isto que mesmo dependendo da energia o sistema de satélites acompanha o sistema de planetas e estes de estrelas, estes de galáxias, assim infinitamente.

E quando saem da camada gracelon de energia o astro passa a desenvolver movimentos livres, aleatórios, retrógrados, irregulares, com poucas dinâmicas e decrescentes.

Do contrário não haveria o acompanhamento, o seguimento do sentido do movimento e o alinhamento [eclíptica].

Assim, temos dentro da camada graceli o fenômeno da eclipticidade [ produção do alinhamento].

E fora da camada graceli o fenômeno da deseclipticidade. Desacompanhamento. Ficando os astros soltos, livres e com movimentos aleatórios e alguns retrógrados.


Teoria dos sistemas gracelons e suas interações.

A ação entre os gracelons é que faz com os astros e sistemas de astros acompanham os outros sistemas espaço afora.
Ou seja, um sistema se forma dentro do outro, a através da camada graceli possa ocorre os fenômenos citados acima.

Ao sair da camada graceli há ainda por algum tempo o acompanhamento, mas quando fica muito distante da camada graceli, passa a ocorrer o desacompanhamento, o desseguimento do sentido do movimento, a deseclipticidade.


Há cometas e asteróides que entram da camada graceli e saem, mas alguns sofrem alterações em suas órbitas, nas suas caldas e comas, e alguns se desintegram.


Assim, mercúrio, Vênus, terra, e marte têm as suas próprias camadas e se encontram dentro da camada solar [de maior densidade].

E após marte a camada solar já não tem mais tanta intensidade e alcance.

Júpiter está fora da camada graceli.

Nesta concepção o tamanho e alcance do sol são de 1,5 u.a. e vai até marte.


FÓRMULA PARA CAMADA GRACELI.

Diâmetro do astro + a sua energia = alcance e intensidade da camada graceli de energia do astro.

Assim, o que produz a camada é a produção de energia do astro.

Logo, é variável e decrescente.com a desintegração de energia do astro. E é proporcional ao astro [sua produção de energia], ou seja de alcance finito e limitado.

E com intensidade e densidade maior na faixa da eclíptica, por causa do magnetismo.

Não é um campo, mas é um meio de energia.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.
Unificação cosmológica. Total e universal.
Autor ANCELMO LUIZ GRACELI
Entre o cosmo, a energia, os elementos, a matéria.

A física, química, cosmologia, cosmofisica, astrofísica, geofísica, e astronomia.


Os fenômenos de produção dos elementos também são os mesmos que produzem o formato dos astros.

Sua dinâmica. E sua órbita é uma consequência destes fenômenos de interações, fusões, e fissões.

O espaço denso que produz os energeticuns produz a matéria e os elementos. Que produz os astros e seu formato.


1-Elementos fundamentais – espaço denso, energeticuns, energia, matéria, elementos.

2-Processos fundamentais – interações, fissões, aglutinação, fusão.

3-Processos secundários – dinâmica, fluxos, retorno, avanço, pulsos.

4-Efeitos primários – órbitas, formatos, variações, alternancidade.


O primeiro produz o segundo, que levará a produzir o terceiro, que o quarto é uma consequência dos anteriores.


Unificação cosmológica. O mundo das interações físicas e energia [energeticuns].

A mesma interação que produz o sistema atômico e seu fluxo de produção de energia, produz também os elementos químicos.

O decaimento de energia se deve ao fluxo e processos do sistema atômico na produção de energia.

Este mesmo processo e produção de interações físicas produzem os astros, anéis, campos, magnetismo, aglutinação da matéria, dinâmica e órbita dos astros.

Produz s radiação, a luz, a temperatura, sismos e os campos.

Este mesmo processo produz a aglutinação da matéria e a desintegração da mesma.

Sê a intensidade for grande produz a desintegração. Sê for pequena produz a integração.







UNIFICAÇÃO GERAL POR INTERAÇÕES FISICAS E PRODUÇÃO DE ENERGIA.



O espaço denso se transforma em energeticuns, que se aglutina pela ação da pressão do próprio espaço denso.


Os energeticuns se aglomerando e se aglutinando dará inicio a uma forma primária de matéria, anterior aos elementos químicos.

Que mais tarde será iniciado o processo de origem do sistema atômico. [ver no texto sobre energeticuns].

Só depois será dado inicio ao sistema de produção dos elementos.

Com a aglutinação dos energeticuns, sistema atômico e de elementos as estrelas começam a se formar por aglutinação pela ação da pressão do espaço denso sobre os energeticuns, sistema atômico e elementos.

O cosmo, ou melhor, parte e fase dele se tem início.

A energia e processos físicos e interações física de produção de energia começa a dar aceleração de rotação e translação ao cosmo. Enquanto a temperatura dentro das estrelas aumenta progressivamente, conforme a aglutinação aumenta.

Os fenômenos como sismos, magnetismo, gravitação, radiação, decaimentos, fissões, fusões, e outros dentro das estrelas e de seus secundários começam a surgir com intensidade conforme as interações físicas de produção de energia também vai crescendo.

Os secundários passam a ter sua dinâmica e órbita conforme a energia que recebe dos primários.

A morfologia dos astros, galáxias e do cosmo também depende da produção de energia que as interações físicas produzem.

Ou seja, física, química, astroquímica, cosmoquímica, a astronomia, astrofísica, astromorfologia, cosmologia, cosmofisica cosmomorfologia depende da produção de energia das interações físicas.

Assim se tem uma unificação pela produção de energia que as interações físicas produzem.


A astromorfologia é o formato do astro que depende de condições de energia do primário para produção do secundário.

Vê-se que os satélites de marte, asteróides e cometas são de formato mais irregular do outros astros, pois foram produzidos em condições de energia diferentes dos planetas.

O mesmo acontece com a as galáxias que depende da aglutinação pela ação da pressão do espaço denso.





Décima sétima teoria graceliana de astronomia.

Variações da rotação com o acréscimo de temperatura.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.

Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.

Brazilian Journal of Physics.

Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.

A velocidade de rotação aumenta quando um satélite se aproxima de uma estrela ou um planeta muito quente, como no caso de mercúrio e Vênus, quando eles possuem grande temperatura e radiação. Este acréscimo de temperatura faz com que a velocidade aumenta, a inclinação da rotação e órbita também sofre uma mudança.

A radiação também aumenta, com também a pulsação, magnetismo, sismos, temperatura, movimento da atmosfera para o equador, anéis, discos.

Estes fenômenos são detectados em asteróides, na lua, e satélites de marte.

E com o spin [rotação] de partículas, aceleração de rotação de gases.

Os fenômenos da lua de evecção, deformação da órbita da lua e outros fenômenos.


Não a luz ou campo que atua variando a rotação de satélites, meteoros, asteróides, cometas. Mas sim a radiação e temperatura do sol, que faz com os processos físicos sejam alterados.

Existe dois fatores que agem nas variações:

UM PRIMÁRIO que faz parte da origem do astro e de toda sua dinâmica, onde o astro se forma em um meio com pouca rotação e grande translação por ser ainda parte do primário.

A rotação inicia ínfima, vai crescendo conforme se afasta do primário e conforme a sua produção de energia, chega ao seu máximo e volta a diminuir progressivamente.

O fator secundário é quando o astro se afasta do primário, porem ao fazer uma aproximação no ponto mais próximo da elipse a rotação, translação e afastamento, inclinações e excentricidades sofrem uma pequena variação. Isto se confirma com a lua por ser o satélite mais próximo do sol, meteoros, asteróides e cometas quando se aproximam da radiação e altas temperaturas do sol. Pois produz uma ação sobre os processos físicos destes secundários, alterando os seus fenômenos.





Vigésima primeira teoria de astronomia graceliana.

Astronomia fluxonária estruturante graceliana.

Os astros secundários se originam de um processo de fluxo de desintegração e reintegração.

Desintegração pelos processos físicos e liberação do material de radiação no espaço.

E reintegração pela aglutinação deste material através da ação da pressão atmosférica, magnética e do espaço denso.

O magnetismo produz uma pressão sobre este material no espaço, carreando eles para a linha do equador, produzindo anéis e discos, para depois serem esferificados pela pressão atmosférica e do espaço denso.






VIGÉSIMA TERCEIRA TEORIA GRACELIANA.

ASTRONOMIA MODIFICATÓRIA ESTRUTURANTE E ÓRBITAS DE FLUXOS VARIADOS.

Para além de Kepler.

ASTRONOMIA MODIFICATÓRIA ESTRUTURANTE.

As órbitas dos secundários iniciam de uma irregularidade média e passa a ter uma estabilidade e regularidade média a pequena, e depois volta a ter uma irregularidade e instabilidade crescente e progressiva infinitamente.

Isto depende da energia, rotação e magnetismo do primário originador que inicia a translação do secundário. Pois conforme a energia, magnetismo e rotação do primário vai ser dado inicio da translação, que será conforme a energia, magnetismo e inclinação e intensidade da rotação do primário.

E conforme a energia e diâmetro do astro secundário juntamente com os fenômenos citados anteriormente, ele terá uma órbita com maior ou menor inclinação e elipse.

Um secundário pequeno terá uma grande irregularidade, que pode iniciar também com uma grande irregularidade se o seu primário originador ter uma grande inclinação de rotação.

Pois é a rotação do primário que inicia a translação do secundário, antes mesmo dele se esferificar, ou seja, na forma de anéis ou discos de radiação e gases.


Isto pode ser confirmado nas órbitas dos planetas, satélites, cometas e asteróides.

Assim, a astronomia é um processo estruturante e modificatorio. Não inicia e termina da mesma forma, pois muda constantemente.


FLUXO DE VARIAÇÃO.


As órbitas também seguem um fluxo de variação, a elipse e inclinação variam [crescem e diminuem] num fluxo crescente até um ponto e depois volta a ser decrescente até um ponto menor. Retornando a crescer e a decrescer, infinitamente.

O mesmo acontece com os períodos e órbitas dos cometas e asteróides. Pode-se ver que há uma diferença de até sete períodos crescentes na órbita do cometa Halley e depois volta a ser decrescente. Esta diferença chega a ser até de horas.

Isto se confirma também na órbita dos asteróides e satélites. E está presente nas irregularidades da órbita da lua. [ver teorias gracelianas já publicadas].

O fluxo de variação também depende do astro originador e da energia e diâmetro do próprio astro.


Parte destes cálculos já foram publicados e outros ainda serão publicados.

Isto confirma que as órbitas não são fixas, mas sim se modificam e seguem leis estruturantes da natureza.



Transitoridade – a realidade e os processos físicos não são nem absolutos, pois se modificam a todo o momento.

E não são relativos, pois eles existem em si mesmos independentes de referenciais.




Teorias graceliana –

Conjunto de teorias que visam a unidade geral que englobam a:

1-Teologia.
2-Filosofia.
3-Antropologia.
4-Ontologia.
5-Psicologia.
6-Biologia.
7-Cosmologia.
8-Cosmofisica.
9-Astrofísica.
10-Astronomia.
11-Física.
12-Química.
13-Geografia.
14-Geofísica.
15-Astrografia.
16-cosmogênese,




Teoria universal graceliana [geral] entre a física, química, astronomia, cosmologia, cosmofisica e cosmomorfologia.

A mesma interação física que produz o sistema atômico produzem os astros com sua rotação, translação, afastamento e órbita, produz o alinhamento dos astros e a harmonia do cosmo.

Por isto que o universo é estruturante [em formação], e a astronomia e o sistema atômico também são estruturantes, ou seja, fazem parte de um sistema de mudanças e aprimoramentos, regidos por produção de energia, produção de elementos químicos, produção de astros e alinhamentos, e desintegrações de astros e do sistema atômico.

E caminha em direção a harmonia cósmica pela produção, fluxos de reestruturação de astros, alinhamentos de astros pelo magnetismo, e afastamento progressivo.

Espaço denso = energeticuns = Interações físicas = produção de energia = produção e fluxos do sistema atômico e produção dos elementos = produção de temperatura, radiação, luz e desintegração do sistema atômico e de astros = produção de campos e do magnetismo.

Energia produz a dinâmica e astros, e produz o alinhamento pelo magnetismo, e que a rotação do primário produz a translação dos secundários, e suas órbitas.

O espaço denso contém pólos que se transformam em energeticuns e que produz a aglutinação que produzirá a matéria. Com a matéria muito aglutinada e densa as interações aumentam ocorrendo o sistema atômico, produção dos elementos, astros, campos, temperatura, luz, radiação, dinâmica e órbitas.


Depois no espaço voltam a se aglutinar de novo, pois já estão mais frios e a temperatura é menor, pois a matéria se encontra menos densificada. E os processos de fluxos continuam com a ação de aglutinação pólos e campos, e desintegração com o retorno a grandes densificações onde ocorre com grandes intensidades a produção de energia, dos elementos, dos campos, da temperatura, da radiação, e de luz.

Ou seja, o universo é estruturante e obedece a um fluxo regido pelos pólos dos energeticuns e pela densificação que produz grandes temperaturas e radiação.


Fluxos = pólos dos energeticuns = aglutinação = densificação.

Grandes temperaturas = desintegração, radiação e luz.






Teoria pulsantica graceliana.
Teoria da extremidade quântica.
Teoria da inconstância quântica na produção de energia.


Os fluxos de produção de energia são variáveis dentro das partículas, e são inconstantes e obedecem a um fluxo de intensidade crescente até um extremo de intensidade e decresce até outro extremo de intensidade mínima.

Mesmo ocorrendo neste limite de fluxo a produção segue uma inconstância, nunca sendo a mesma. Por isto que o elétron pula de uma órbita para outra momentaneamente. Sendo que a fases de maior quantidade de saltos. Isto por que ele se encontra no ápice do extremo de intensidade.

Os saltos também seguem uma inconstância no tempo, momento e espaço.


Temos ai.

1- A inconstância quântica de produção de energia e saltos de elétrons.

2- Fluxos de intensidade de produção de energia.

3- Limite máximo e mínimo de produção de energia dentro de um fluxo.

4- Fases de maior quantidade e intensidade de produção de energia, dentro do fluxo, onde ocorre a maior parte das inconstâncias.

5- extremidade quântica de energia. A produção de energia fica entre dois extremos – um máximo e outro mínimo.

6- a inconstância produz o pulso quântico. Uma partícula apagando e acendendo constantemente.

7- os campos também passam por estes pulsos quânticos, e pulsos de produção de campos.

8- o mesmo acontece com os gases e elétrons durante uma dilatação térmica.
Uma estrela também passa por extremos de produção de energia. Sempre crescendo e aumentando.





Teoria graceliana da totalidade.

TEORIA FÍSICA, COSMOLÓGICA, ASTROFÍSICA E ASTRONÔMICA DA TOTALIDADE.

Esta teoria visa fundamentar a natureza dos fenômenos físicos entre si.

Os fenômenos astronômicos, sua dinâmica, órbitas e variações dependem do mundo físico de processos em que se encontram.

A dinâmica de um astro depende da sua origem.

A sua origem depende da natureza e intensidade de processos físicos do seu produtor – primário.

O cosmo como um todo depende desta natureza, intensidade e variações físicas.

O TUDO DE INTERAÇÃO.




Décima oitava teoria de astronomia graceliana.

TEORIA GERAL – DA ORIGEM DO UNIVERSO, COSMOFÍSICA, ASTROFÍSICA E ASTRONOMIA.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Endereço – Rosa da Penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.

ancelmoluizgraceli@hotmail.com

Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Direitos Autorais – Brasil.

Apresentado a Sociedade Brasileira de Física – SBFísica.

Brazilian Journal of Physics.

Do quase nada tudo pode surgir – exceto Deus. Pois é o único absoluto.

O processo de formação do universo determina os fenômenos da cosmofisica, onde os astros se formaram e se desintegrarão dando origem a outros menores e com menos energia e processos físicos. Todos estes processos que fazem com que os primários se desintegram progressivamente darão condições a outros nascerem.

E com o nascimento se dará origem a rotação, translação, afastamento e órbitas dos astros.

A COSMOFÍSICA É OS PROCESSOS FÍSICOS QUE OCORREM NO ESPAÇO ONDE É DETERMINADO O UNIVERSO FÍSICO QUE FORMA O COSMO.

Ou seja, os fenômenos que formam e produzem o cosmo são os mesmo que ocorrem dentro e próximo dos astros e determina os fenômenos da astronomia.
Que são – fusões e fissões nucleares, radiação interna e externa, altas temperatura, produção de campos magnético e gravitacional, altas temperaturas, gases, anéis, discos, discos de anéis e de esferas, asteróides.


A produção de energia e radiação vai produzir a rotação do primário, que vai produzir a translação do secundário. Depois este secundário ao se esferificar e afastar-se e vai dar inicio a sua própria rotação. Que ao formar um secundário vai produzir a sua dinâmica.

COM ISTO SE CONCLUI QUE:

Depende da produção de energia e radiação.
A dinâmica surge com a origem do astro.
A translação e órbita são uma conseqüência da energia, radiação e rotação do primário.




Teoria física fenomenológica de interações de energia.

Esta teoria difere da relatividade por usar a energia e os fenômenos, enquanto a relatividade usa espaço tempo continuo e os fenômenos variam em seus valores em relação a referenciais.

Visa unificar todos os fenômenos como causa, origem e efeito de energia e fenômeno.

Fundamenta-se na origem, e desintegração da matéria e energia, ou seja, não se conserva.

Fundamenta-se em energia, e se energia é dinâmica, logo, o universo não tem como essência e natureza a inércia e o repouso, mas sim a dinâmica.

O universo não é curvo ou ilimitado, mas sim, sem limites e sem formas. Tudo depende da intensidade de produção de energia daquele sistema.

Unifica os campos como causa e fenômeno de energia.

O mesmo com as partículas.

O salto dos elétrons, energia de ligação, radiação.

A física pulsantica.




TEORIA FÍSICA E COSMOLÓGICA FENOMENOLÓGICA DE ENERGETICIDADE.
TEORIA FÍSICA DE DUALIDADE E TRIALIDADE.

As teorias gracelianas não se fundamentam em espaço, tempo, referenciais, dimensões, conservação de energia, inércia e repouso. Espaço curvo, cordas, teoria M, teoria de onze dimensões, antimatéria, matéria escura. Big bang. Expansão.

Mas sim, com espaço denso com que todas as partículas, matéria e energia são produzidas.

Todo mundo físico é composto de espaço denso.


E a produção de energia, que foi produzida pela compressão do espaço denso na forma de matéria, produz os campos, a temperatura, as fusões, fissões, saltos quântico, estado excitado, movimento dos elétrons, dos gases, dinâmica dos astros e do próprio cosmo. E evolução e mudanças químicas e cosmológicas. Dilatação térmica.

A unidade se fundamenta numa dualidade – espaço denso e energia. Que é produzida pelo próprio espaço denso. E a dualidade se transforma numa trialidade. Pois o que rege toda esta engrenagem, esta harmonia e ordem cósmica e fenomenológica só podem ser um poder superior que é o divino.

O universo se origina de uma contração do espaço denso que produz a matéria e o cosmo. E não de um big bang.

Todos os campos possuem as mesmas propriedades, o mesmo acontece com as partículas.

Parte deste trabalho já foi publicado na gug – unificação graceliana.


FISICA TEORIA DA GRANDE UNIFICAÇÃO GRACELIANA POR INTERAÇÕES E ENERGETICIDADE.

Onde unifica a física, fenômenos nucleares, decaimentos de energia, radiação, produção de luz , calor temperatura, radiação, produção de campos, ação magnética dos astros, formação de astros e desintegração.

Assim, se tem a física, química [produção e evolução dos elementos químicos], formação e desintegração dos astros, fluxos cósmicos de produção e desintegração através de interações e energeticidade.

Física,
Química,
Astronomia,
Cosmologia.


A UNIFICAÇÃO DE CAMPOS PELA PRODUÇÃO DE ENERGIA.

Todos os campos incluindo o fotônico, o do espaço denso possuem cargas positivas e negativas, direcionam tudo para o equador, dos pólos para o equador.

Tem alcance finito e diminui conforme a fonte que o produziu. Ou seja, decresce a sua intensidade progressivamente. E é finito.

O campo gravitacional também tem ação impulsora e não só de atração. Isto se confirma na evaporação das moléculas de água quando sobe para o espaço. E quando se junta de novo desce em forma de chuva. Logo tem as duas ações.

Alem de ter também a ação magnética de direcionar tudo para o equador dos astros.


E é um campo de intensidade forte, só é visto como fraco porque quando medido, é medido longe da onde está sendo produzido. Pois, o campo gravitacional tem a sua intensidade de produção onde ocorre a maior intensidade de produção de energia. No caso no núcleo do astro.

E o que produz os campos não são as partículas, mas a produção de energia, por isto que no núcleo dos astros ocorrem à produção de campo gravitacional e magnético do mesmo astro.

Em torno de um fóton de luz se tem um campo com todas as características de um campo gravitacional em torno de um astro. Pois o que produz os campos não são partículas, mas a produção de energia que produz as partículas, sua temperatura, radiação, atração e impulsão, e campos.



TEORIA DO UNIVERSO ESTRUTURANTE GRACELIANO.

O universo é único, mas se apresenta em varias fases e estágios de estruturação.

Que ocorre a partir da contração do espaço denso. Até formar a matéria e os astros.

Depois passam a fase de fluxos de desintegração e reintegração.

Não há um inicio único, há vários inícios, por isto se tem varias galáxias, aglomerados só de nuvens de gases, outros filamentos de espaço denso, outros com estrelas, e esferas.

Em cada ponto do espaço tem filamentos de espaço denso, que tem por natureza se aglutinar e produzir uma pressão interna.

Enquanto em alguns lugares esta material se transforma em matéria por compressão, e consequentemente em energia e interações de energia, passa a produzir temperatura, radiação e campo.

A aglutinação continua com a ação de compressão do espaço denso.

Todo este material se encontra no espaço que vai vagarosamente se aglutinando, formando matéria, onde começa a surgir os primeiros corpos astronômicos, com densidade rarefeita, densidade ínfima, que vai aumentando a densidade, formando os primeiros astros, já em estado esféricos pela compressão do espaço denso.

Enquanto outros vão se formando em volta, temos o surgimento das galáxias.

O universo inicia de fora para dentro pela compressão do espaço denso, e não de dentro para fora.

Não existe isto de estado de vácuo, que o leva a inflar. Numa época inflacionaria.

As forças são uma consequência e causa da produção da energia, e nada tem haver com as mudanças e dinâmica e fluxos do cosmo.

O que rege este fluxo é a compressão do espaço denso e atmosfísica, e a desintegração pela ação das fusões e fissões, e altas temperaturas e radiação.

As partículas na verdade é uma só, ou melhor, as partículas não são partículas. Mas espaço denso comprimido.

A dinâmica dos astros é uma consequência da produção de energia, altas temperaturas e radiação.

O tempo não existe como coisa em si neste universo.

O espaço não é um vazio, não é um vácuo. O espaço tem densidade e desta densidade que a matéria começa a ser formada, onde vai continuar a aglutinação pela compressão da própria densidade do espaço. Aonde vai se formar as partículas, a energia e os astros.

Uma das provas é que a matéria é infinitamente divisível, ou seja, são imensas filamentos de densidade de espaço para formar uma só partícula.

Ou seja, toda partícula na verdade é uma só na sua essência e natureza de ser. Que é ser filamentos de espaço denso. Temos aí uma nova teoria de unificação das partículas, energia, matéria e astros. E o espaço denso igual a matéria.

UG = ED+COMPRESSÃO = PARTÍCULA = MATÉRIA = ENERGIA.

UG = unificação graceliana.

ED = espaço denso.


Temos a consciência de que para que haja fogo tem que o oxigênio ser queimado.

E como os fótons de luz e de calor que atravessa o espaço e chega até à terra. O que ele queima para manter esta temperatura, e porque ela não se apaga durante todo este percurso.

OU SEJA, NO ESPAÇO EXISTEM MUITOS ELEMENTOS QUÍMICOS OU A PRÓPRIA DENSIDADE DO ESPAÇO PRODUZ ESTA CHAMA ACESA. ENQUANTO ISTO, O CALOR DO SOL CONTINUA CHEGANDO ATÉ NÓS.



A ENERGIA É UMA CONSEQUÊNCIA DO ESTÁGIO DE AGLUTINAÇÃO DO ESPAÇO DENSO.

ED + AGLUTINAÇÃO = MATÉIRA.

ESPAÇO DENSO + AGLUTINAÇÃO = ENERGIA.

Enquanto num ponto se encontra num estágio mais avançado, em outro já se encontra em estágio final, enquanto está no início.


Temos aí a origem da matéria, das partículas, dos campos, dos astros e sua esferificação, seus fluxos e mudanças.

Não existe isto de simetria no universo, o que existe são estágios de um aglomerado para outro.

Os átomos surgem pela compressão do espaço denso.

O universo não surgiu em um só momento, mas enquanto ele se encontra em estágio final num ponto, em outro ele está no meio, ou no início. Ou vários estágios em um só lugar.

Logo, a matéria não é obra de um só momento, mas uma produção constante de mudança e variação.

Não existe um equilíbrio térmico, o que existe são fluxos de produção de energia e fluxos de estágios de energia e da matéria.


Não são os processos nucleares que produziram e deram origem a matéria, mas a compressão do espaço denso.


O universo no seu inicio não veio de um estágio muito quente, para um mais frio. Mas sim de um estágio nem quente e nem frio do espaço denso. Formando a matéria e a produção de energia, e com a imensa aglutinação a temperatura aumentou internamente. Produzindo a radiação. Voltando a esfriar enquanto se desintegra. Mas obedece a um fluxo.

Enquanto chega a cinco mil graus Celsius dentro de uma estrela, fora fica na média de dez graus Celsius negativos no espaço.

Ou seja, o universo surge de uma situação de temperatura negativa, para uma situação de temperatura positiva e de grandes intensidades. Isto se deve ao processo de aglutinação. Onde se origina a matéria e produção de energia. E que a produção de energia origina a temperatura e os campos.


Ou seja, o átomo não surge de uma fornalha, mas sim de uma compressão.

E AS GALÁXIAS E ESTRELAS SÃO UMA CONSEQUÊNCIA DESTA AGLUTINAÇÃO, QUE LEVA A UM AQUECIMENTO E PRODUÇÃO DE ENERGIA E TEMPERATURA. OU SEJA, GALÁXIAS E ESTRELAS SURGEM DE UMA AGLUTINAÇÃO E UM AQUECIMENTO DO UNIVERSO. E NÃO DE UM ESFRIAMENTO.
Do contrário o que levaria o universo a ser tão quente, para esfriar e dar origem às estrelas e galáxias.

Ou seja, o que ocorre é o contrário. O universo inicia frio e aumenta a sua temperatura pela aglutinação do espaço denso. Dando condições de surgir a matéria, energia, temperatura, campos, galáxias, estrelas, partículas, e a atmosfísica.

Logo, o universo não é obra de um só momento.

Ele causa de uma compressão. E não de uma inflação.

Inicia frio para quente. E não de quente para frio.

Na termodinâmica se confirma que tudo que se comprime aumenta a temperatura, e toda temperatura alta produz radiação.

Temos o universo com uma só origem pelo espaço denso e depois de nascido vai se transformando por fluxos.



UNIVERSO DE FLUXOS. E ESFERIFICAÇÃO.

O universo a partir da matéria e energia passa a se processar em fluxos de aglutinação pela compressão do espaço denso e pressão atmosférica, por isto que os astros são esféricos, e não retangulares ou ovais.

E voltam a se desintegrarem pela ação da temperatura, radiação e grande produção de energia.

Enquanto a matéria evolui e se modifica. Quando se formam os núcleos, átomos.


O Sol surge na condição de estrela, que é de compressão primária. E da sua grande temperatura inicia a radiação. Onde com este material da radiação começa a surgir os planetas, dos planetas os satélites e cometas. Iniciasse a o fluxo cósmico. De desintegração e aglutinação.

A matéria se modifica e evolui. Com o poder do criador é possível ser instalado nesta matéria a vida e vitalidade.

Surgem as plantas com grande produção de oxigênio. Que passa a ser o combustível para o surgimento da vida.




SURGE O CARBONO, OXIGÊNIO, HIDROGÊNIO E NITROGÊNIO.

Os elementos vão se modificando e dando condições ao surgimento da vida.

Porem o elemento principal para a vida é o carbono, juntamente com o hidrogênio e o oxigênio.


A vida surgiu não na forma de células. Mas de aglomerados químico de vários elementos com grande pressão externa sobre estes aglomerados, que estas grandes pressões só existem nas fossas oceânicas.

Estes vários elementos químicos aglutinados formaram um só corpo, e passou a modificar internamente aqueles elementos mais internos do aglomerado. E passou a produzir energia com esta modificação. Temos aí o um processo físico e químico.

Com o tempo foi produzido varias e ínfimas saídas destes elementos modificados, seria como o excremento das reações internas dos aglomerados.


Estas portas de saídas passaram a ter dupla finalidade. A saída do material modificado e com pouca energia, e a entrada de elementos novos e com mais energia, para a produção de novos processamentos com este material com mais energia.

Encontramos nos corais situações como estas e seres em forma de bastão com ínfimas e infinitas entradas e saídas.

Ou seja, a vida surge de um processamento físico e químico e de modificações químicas.

E estas modificações químicas e processos físicos, e metabolizações, e produção de energia pelos ribossomos acontecem até hoje.


Estes aglomerados primários das fossas oceânicas se formavam em grandes quantidades de cálcio.

Com o tempo estes seres foram se modificando e aumentando a sua capacidade de modificação química e processos de energia. E foram migrando para áreas com menos pressões oceânicas, enquanto aumentavam as suas potencialidades internas de produção de energia e capacidade interna para modificação química.

Desta situação surgiu os corais, depois águas-vivas, liquens, vegetais e depois os animais.

Ou seja, a vida não surgiu de uma célula, mas de aglomerados químicos por pressão oceânica, modificação química, produção de energia e processos físicos.

Assim, a vida surgiu de varias situações e processos físicos e químicos.
Os corais, vegetais, animais continuam até hoje realizando modificações químicas, processos físicos e produção de energia.

O ser quando nasce de um óvulo, é porque ali tem uma condição propícia para o nascimento e desenvolvimento daquele novo ser.

E aquele novo ser que se forma tem uma grande quantidade de elementos e de energia a sua disposição para aquele nascimento e desenvolvimento.

sexta-feira, 16 de abril de 2010


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